Capitulo 14

Saída de campo. 

Ele me olhava paralisado, não falava nem fazia nada. Então a capainha tocou e ele, meio atordoado foi atender. Meu rosto estava quase em chamas de tão vermelho que estava. Então entra a Juliana abraçando o Pierre. Nessa hora me deu um pânico. E agora? E agora? Não! Eu não queria que ela soubesse e o idiota do Pierre podia abrir a boca a qualquer momento.
- Toma bebê, seu presente de natal! – ela entregou uma caixa ao Pierre com um laço rosa... Ele deu um sorriso meio amarelo e ficou olhando pra mim. Não! Eu não queria que ele abrisse a boca e acabasse contando tudo que eu disse! Seria melhor mentir! Fingir que nada do que eu disse era verdade... Então comecei a rir e ligo pra Danii.
- Danii, eu me rendo! Você ganha à aposta! – falei no telefone sorrindo.
- Quê? Que aposta? Hey? – ela perguntava no telefone, porem eu não tinha tempo para explicar e apenas desligo.  Tanto a Juliana como o Pierre me olhavam assustados, sem entender.
 - Ontem eu estava conversando com a Danielle, uma amiga minha e apostamos quem se declararia primeiro de brincadeira. E eu acabei de perder 100 reais! Eu tentei, mas não consegui! – eu disse sorrindo e me controlando ao maximo pra que as lagrimas não voltassem a sair.
- Então você me escolheu? – ele pergunta fazendo uma careta. Eu tinha que agir da forma mais natural do mundo. Eu tinha que sorrir não importa o quão difícil fosse. Eu continuava rindo e ele ia entortando o rosto, como se realmente estivesse chateado.
- O que você respondeu pra ela? – Juliana perguntou curiosa.
 - Ia falar que ela tinha enlouquecido! – ele fala de mau humor indo à cozinha. Era bem como eu imaginava. Aquilo era algo que ele jamais iria aceitar, então era melhor fingir que tudo não passou de uma grande brincadeira. Então ele se sentou ainda meio chateado e abriu o presente que ela tinha levado, que era um anjo de bisqui que dançava. Ela mesmo que tinha feito e pintado. Ele sorriu feito um idiota olhando aquela coisa e aquilo fez meu coração doer mais ainda. Mas eu precisava disfarçar. Então comecei a tomar as cervejas que estavam na mesa. Então depois de comemos, fomos acompanhar a Juliana até seu apartamento. Então ela saiu pra térreo, mas eu continuei no elevador. Esperei o Pierre sair com o rabinho abanando atrás dela, mas ele ficou ali... Dentro do elevador, acho que estava aproveitando pra ir logo pra casa.
Eu ia pegar um ônibus, mas ele me deu o dinheiro do taxi e ficou ali esperando comigo. Eu não olhava pra ele, por que como estava, sabia que iria chorar em seguida. Serio! Todo mundo que está apaixonado fica sentimental assim? Ele olhava pra mim direto e isso já estava me deixando nervosa.
- Quê é? – eu perguntei de costas pra ele. 
- Aquilo que você falou... Era... – ele começa a gaguejar pra falar. Eu não queria confirmar nada. Por sorte, o taxi chegou em seguida. No taxi chorei o caminho inteiro. O taxista até me perguntou se eu estava passando mal. Quando cheguei em casa, tinha recebido o presente de natal do Pierre, 5 quilos de carne pra fazer churrasco. O sonho de toda mulher não? Apenas ignorei enquanto meu pai e o Luigi agiam como se a carne estivesse armada ou coisa do tipo.  
- Hey! Parece que o papai realmente ta namorado! – o Luigi falou todo animado. Eu estava feliz por ele, pelo menos meu pai depois de tanto tempo estava sendo feliz. Então fui dormir e tentar esquecer aquela situação vergonhosa. No outro dia, fui buscá-lo como sempre. Dona Fátima atendeu a porta e ela estava com um belo vestido.
-Você gostou? Foi o Paulo Henrique que me deu! – ela fala sorrindo. Eu sorri para ela quando o Pierre sai, então o segui. Parece que ele tem mais carinho até pra sua empregada do que por mim. 
Ele não falou nada durante o caminho, mas eu o sentia me olhando. Quando chegamos, ele foi treinar, mas por algum motivo ele estava distraído. Eu fiquei olhando ele treinar, mas por alguma razão ele parecia nervoso, preocupado. Quando do nada ele olha pra mim e eu, me lembrando da bendita declaração que fiz, viro o rosto.  Quando o Caio chega e chama ele pra sair, então eu entendo o nervosismo todo dele, era pra sair com a tal Juliana. Eles foram a um shopping junto do Caio e a Gabriela, depois a uma lanchonete e depois ao cinema, e eu sempre ali, olhando de longe. Como uma sombra... 
Então depois eu fui pra casa enquanto o Pierre levava a coisa pra casa. Pouco tempo depois chegou a Danii do seu primeiro dia trabalhando na boate como garçonete. A roupa dela ainda bem não era tão esquisita. Então ela me dá um cartão de ano novo. Os cartões de ano novo da Danielle sempre tinham um tema erótico, como biquíni, calcinha e etc. Esse ano era a foto dela de 8 anos de biquíni.
- Descobriu algo sobre o Lucas? – perguntei já sem paciência pra a faladeira dela.
- As meninas o adoram, ele descasca laranja e maça muito bem alem de ter mãos bem bonitinhas! – ela fala olhando pra o teto. Era só o que me faltava.
- Você ta apaixonada por ele ou o que? – perguntei já com raiva.
- Ele é bem gatinho! Mas meu coração é do agente Cássio! – ela fala fazendo sinal de S2 com as mãos. Eu mereço!
- O agente Cássio sabe desse amor ai ou é igual a do padeiro? – perguntei a ela encostando minha cabeça no travesseiro.
 - Logo cuidarei disso! E você? Como esta com o Repórter Claudio? – ela me pergunta com os olhos brilhando. Demorei pra entender a pergunta, ai lembrei que pra ela, eu estou apaixonada por esse repórter e não pelo Pierre.  – Você já entregou um cartãozinho de ano novo? Lembra que você não é uma top pra esperar que ele venha correndo atrás de você! – ela me fala com um sorriso. Serio! A Danielle pra amiga é a pior que tem! Fiquei me perguntando, como Será amar alguém e ela te amar de volta. Seria algo como um milagre, não é?
Então fui dormir, no outro dia o Pierre foi a sede novamente e então começou a conversar com o Caio. Eu tentei escutar porem eles perceberam e pararam de falar, mas pelo jeito falavam da bipolaridade da Juliana. Então enquanto ele voltava a treinar, eu o esperava na sala de relaxamento e resolvi tentar imitar algumas expressões da Juliana pra ver se eu ficava do estilo sexy e fofo também, apesar de sentir que alguém me olhava. Logo depois o Pierre me chama e eu o segui ate seu apartamento, e quando estava pra ir embora a Juliana chega. Ela ia passar a noite no apartamento com ele. Eu não sou idiota! Eu sabia o que iria acontecer, então fui pra casa e comecei a me exercitar pra ver se aquele sentimento fosse embora.  Quando entra no meu quarto a Danii.
- Hey! Você não devia ta fazendo isso! Eu conheci o repórter Claudio! Ele disse que gosta de garotas tímidas e delicadas! – ela me fala com a um tom forte. Se ela soubesse! – Se você quer ficar com ele você tem que mudar! – ela me fala segurando minha mão. Cara, por que eu deveria mudar! Se eu mudar, a pessoa não amaria a mim de verdade, não é?
- Eu quero mudar, mas imagino, ele não podia me amar eu sendo assim, do jeito que eu sou? – perguntei pra ela angustiada. Então ele levanta os ombros dizendo “Não sei!”. Bem, era uma resposta que eu já esperava dela. Então fui dormir e decidi que eu não queria mais ser a sombra dele.  Nem que seja pra não ser mais nada dele.
 No outro dia fui a sua casa, e ele como sempre foi ver a Juliana... Então começaram a conversar sobre um muro que tinham pintado quando eram namorados e como sentiam falta daquele tempo. Então eles foram a esse local, onde tinha pintado “Juliana e Pierre para sempre”... A quem eu queria enganar... Eles já têm uma historia juntos, e não era a Juliana que estava me atrapalhando, eu estava atrapalhando eles.  Depois ela foi embora e ele voltou para a sede.
- Você esta tão calada! Ta começando a me dar medo! – ele falava enquanto dirigia o carro.
- Sinto que estou morrendo! – falei baixinho pra que ele não ouvisse.
- Por quê? – ele perguntou com uma voz preocupada. Eu apenas permaneci em silencio. Me controlando pra não chorar e não gritar.  Então fomos à sede, depois pra casa dele. Eu tinha decidido.
- Adeus! – falei pra ele tentando realmente me despedir.
- Por que você esta falando assim? Parece que vai embora, eu hein? – ele fala entortando a boca com uma caixa se iogurte na mão. Pelo menos ele era idiota o suficiente pra não perceber o quanto eu estava sofrendo. Então sai, e ao sair todas as lagrimas que tinha segurado caíram. Era a ultima vez que o veria... Eu não queria mais me machucar...Eu estava dizendo adeus ao Pierre, estava dizendo adeus ao amor que acabei sentindo por ele...
 Fui ao escritório do chefe e disse pra ele que não agüentava mais trabalhar para o Pierre, e acho que minha cara estava muito mal por que ele aceitou na hora e disse que quando achasse outro cliente, me ligaria. Então fui pra casa dormir. Como tinha chorado muito meus olhos estavam ardendo e eu dormi rapidamente. No outro dia, me levantei e lavei o rosto, ainda inchado de tanto chorar, me vesti e fui ao restaurante do papai. Tanto ele como o Luigi olhavam pra mim, mas não diziam nada. Lá em casa existe uma regra que é não conversar sobre coisas tristes, e acho que por isso eles não me perguntavam nada.  Então comecei a puxar assunto com o papai. 
- Quando é que você vai apresentar sua namorada pra gente? – eu perguntei e deu o melhor sorriso que podia naquele momento... Ele se assustou na hora e quase derrubou o copo que estava segurando.
- Logo... Logo eu vou apresentar ela pra vocês! – ele respondeu gaguejando e olhando para o lado. O coitado estava tão envergonhado, eu consigo entender.  Então dei um abraço nele e sai. Na porta estava o Luigi tentando escutar o que a gente falava. Era um besta mesmo.  Então fui ao escritório onde fiquei todo o dia. Porem não veio nenhum trabalho.
 Eu comecei a pensar, que desde que comecei a gostar do Pierre veio à tona que eu nunca tinha esquecido o fato que aconteceu com a minha mãe, mesmo que eu negasse. Decidi olhar pelo computador do chefe onde era seu endereço atual. Por que mais cedo ou mais tarde eu teria que enfrentar aquilo. Depois fui pra casa e fui dormir. Ao acordar, vejo um retrato da gente com ela. Um retrato antigo de quando a gente ainda era feliz e estávamos juntos.
- Isaaaaa! Amigaaaaa! – entra a Danielle correndo no meu quarto. – Eu vou sair com o agente Cássio e o repórter Claudio vai ta lá. Vamos juntas! – ela dizia extremamente animada. Eu mereço! 
- Eu já desisti dele! Então esqueça! – falei pra ela olhando pra o lado. Agora que desisti do Pierre, o que menos preciso é da Danielle tentando me juntar com o repórter Claudio.
- Você ta desistindo sem nem tentar? – ela pergunta pra mim com um olhar de decepção. Se ela soubesse.
- Eu já tentei de tudo! – eu reclamei ainda olhando para o lado.
- Nossa! A preservação da espécie é o mais poderoso instinto do ser humano e você esta superando. Você vai acabar se extinguindo como os dinossauros. – ela fala com um sorriso idiota na cara. Como sempre, os comentários dela me deixam super animada.Então do nada ela começa a sorrir, a se abraçar e ficar se balançando de um lado pra o outro. Comecei a me afastar da cama por que parecia que ela estava endemoniada ou algo assim. 
Tá doida mulher, que te deu? – perguntei a ela me afastando cada vez mais.
 - Eu to namorando o agente Cássio! – ela fala se abraçando mais forte ainda.
- Hein? Serio? – perguntei realmente duvidando. O agente Cássio parecia do tipo que nem gostava de mulher, nem de romance. Na verdade, ele só me lembra um andróide.
- Sim! Ele me pediu ontem! Agora sim! Agora eu serei uma devassa! Terei uma vida promiscua de agora em diante e irei fazer tudo que li nos livros em todas as posições existentes! – ela falava dando um enorme sorriso, então sai do meu quarto cantando. Eu de verdade não sei se fico com inveja pelo cara que ela gosta ter gostado dela também ou fico com pena do agente Cássio, com certeza ele não tem a mínima idéia de onde esta se metendo.  
Não tendo nada pra fazer, resolvi ir dormir. Quando o celular resolveu tocar, quando vejo o numero. Era o Pierre.  Eu não queria atender, então tirei a bateria do celular. Eu conhecia o Pierre, era tão burro que deve estar até agora sem entender o porquê de que eu ter ido embora. Ele ia continuar ligando. Queria bloquear o numero dele, mas tinha medo. Sabia que devia enfrentar meus medos, então resolvi enfrentar ao primeiro, indo à loja da mulher que me deu a vida. Ao entrar, era uma loja bonita até. Ao olhar pra mim, ela fica pálida, com certeza me reconhecendo, já que infelizmente tenho o rosto parecido ao dela.
- O que deseja? – ela fala com um sorriso forçado.
- Quero um buque de margaridas, por favor! – respondi a ela. Margaridas até onde eu lembro eram as suas flores preferidas. Então ela começa a empacotar as flores, quando olha pra mim.
- Você é a Isadora não é? – ela perguntou um tom meio melancólico. Eu sabia, ela tinha me reconhecido. – Por que você veio aqui? – ela me perguntou olhando pra baixo, como se tivesse sentindo algum remorso. 
- Queria saber como você vivia depois que abandonou a gente! – respondi friamente. – Ah! O papai conseguiu uma nova namorada! – falei pra ela, então ela arregala os olhos e olha diretamente pra mim. Como se aquilo a desagradasse. – Quê? Você não gosta? Você o mandou pro inferno, o fez ser conhecido como o corno imprestável por uma cidade inteira e agora não quer que ele fique com outra mulher? – perguntei tentando controlar a minha raiva e minha vontade de chorar. Há tempos queria dizer isso a ela. Há tempos isso estava preso na minha garganta. Quando sinto que as lagrimas queriam novamente sair, então me virei.
 - Seja lá o que tenha acontecido de ruim pra você, não me use como sua desculpa! – ela fala em um tom frio. Aquela mulher era incrível. Ela não tinha a menor noção do quanto estragou minha vida.  Do quanto estragou a vida do papai e ate do Luigi. Eu tive que aprender a lutar judô por que tinha muitas pessoas que vinham querer me bater, por ser filha da piranha, mas isso não importava a ela, claro! – Pegue suas flores! – ela fala me entregando o buque que estava na mão.
- Fique com elas! Minha mãe de verdade, morreu há muitos anos... Porem, só agora sou capaz de entregar flores em seu tumulo. – disse chorando e sai. Aquilo não iria mais me doer. Todas as coisas que tinha guardadas na garganta sobre ela tinham saído. Sentia meu peito mais aliviado apesar de tudo! Então exclui o numero do Pierre do meu celular. Se eu queria enfrentar todos os meus medos, teria que enfrentar também aquilo que me fazia mal. Então fui ao escritório, pouco tempo depois o meu chefe chegou. 
- Ah, você esta aqui? Você esta melhor? – ele me perguntou com a cara um tanto preocupada.
- Ah sim! Eu to bem já! – eu respondi a ele e fingi um sorriso.
- Ah, tenho um cliente pra você! A pasta esta em cima da mesa! – ele falou então eu fui pegar. Quando li o arquivo, era um caso simples, eu protegeria uma mulher que esta sendo ameaçada pelo marido ate os tribunais. Quando ela terminar o divorcio, eu estou livre.
- Eu tenho que esperar até o divorcio, certo? – perguntei a ele lendo o arquivo.
 - Sim! Ah, parece que esse cara é meio violento, como a gente já ta com o nome sujo, se ele tentar lhe atacar, espere ele lhe dar o primeiro golpe para reagir, ouviu? – ele falava fazendo careta. Sinalizei sim com a cabeça, me levantei e fui pra casa. Estava curiosa pra perguntar sobre o Pierre, mas já que decidi esquecê-lo, era melhor fazer direito e também que no outro dia eu teria um trabalho pesado.
Na manhã seguinte, ao acordar vesti minha farda e fui buscar a minha cliente. Demoramos umas 2 horas pra sair da casa dela pra fugir do seu ex. Ao chegarmos ao fórum, lá estava o ex marido dela olhando pra gente. A mulher se escondeu nas minhas costas e ele me olhava como se quisesse me enforcar, mas eu permaneci ali, parada, encarando ele.
 Então os dois entraram na sala do tribunal e eu fiquei esperando... Claro que o cara não tentaria nada idiota no tribunal. Umas 4 horas depois ela saiu chorando, então eu a segui. Sabia que aquele era o fim. Levei-a ao carro porem quando ela ia saindo, o seu ex-marido começou a gritar na porta do carro. “sai daí vagabunda! Eu quero falar com você! Sai daí sua prostituta!” ele gritava e socava a porta, então o peguei e deu uma chave de braço nele enquanto ela ia embora, então o soltei. Claro, ele não estava nada feliz. 
- Cadela! Como você se atreve? Eu te processar! – ele dizia gritando. O quê? Me processar?
- Vai em frente! Só que você precisa de laudo medico primeiro e duvido muito que você consiga um! – respondi encarando-o.
- Vadia! Quem é você pra se meter no nosso relacionamento? Espera! Você tem um caso com ela não é? – ele perguntava bufando de raiva. O quê? Ele viu meu uniforme de guarda-costas, mas ainda acha que eu estou tendo um caso com ela, por favor!
 - Você desconfia da própria sombra não é? – falei evitando rir daquela situação... Então ele agarrou a gola da minha blusa, fechando o punho pra me bater. Eu me lembrei do que o chefe disse, se eu levasse um soco, já poderia reagir. Então apenas fechei os olhos e esperei que ele me desse o primeiro soco quando sinto um empurrão que me faz cair no chão. “O que você pensa que esta fazendo?” eu escuto alguém dizer, que quando olho era o Pierre, segurando o cara pela gola da camisa com todas as forças. Eu gelei. Por quê?
Eu estou me esforçando tanto pra esquecê-lo. Por que ele esta aqui?

3 comentários:

  1. ADOREEEEEEEEEEEEEEEEEEI, estou amando <3
    Torcendo pra que o Pierre e a Isa fiquem juntos!

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. ai brigada, que bom que vc esta gostando flor :)
      eu tbm, torço mo pra eles ficarem juntos <3

      Excluir
  2. To triste pela Dora :( Mas espero que o PH se toque e tire ela dessa tristeza toda, porque ninguem merece isso depois de tudo que ela passou e ainda passa u.u
    Vamos ver o que vai acontecer *.*

    ResponderExcluir