Novo ataque do maníaco das fotos.
Pierre segurava
fortemente a gola do cara. Eu ainda estava em choque olhando pra cima. Por que
ele estava aqui?
- Quem é você? – o
cara perguntava assustado.
- Quem diabos é
você? – o Pierre pergunta com a voz alterada, então ele puxa a mão do cara que
estava fechada. – O que diabos você ia fazer com essa mão? – ele falou se
referindo ao soco que o cara queria me dar.
- Essa cadela que
começou! – ele dizia gaguejando. Então noto que o Pierre trinca os
dentes, e começa a olha-lo com o mesmo olhar de ódio que já me olhou tantas
vezes.
- Cadela? Quem você pensa que é pra chama-la de cadela?
Tá querendo morrer? – ele perguntava com os dentes trincados. Eu estava sem
reação. Então ele puxou mais a gola do cara e começou a encara-lo. – Eu também
sei xingar. Conheço palavras que mesmo que se passe mil anos, você jamais vai
conseguir esquecer, ta querendo ouvir? – ele dizia apertando a gola do cara de
um jeito que parecia que a qualquer momento ele iria enforca-lo. Por que? Por
que ele estava com tanta raiva, ele mesmo já me xingado antes. Eu não conseguia
entender. – Toque nela de novo e eu juro que eu vou quebrar todos os seus
ossos! - Ele dizia então empurrou o cara com tudo no chão. O cara saiu de lá
correndo de medo. Eu não conseguia entender. Por que ele me defendeu assim, o
por que dele esta ali.
- E você! – ele grita na minha direção. – Por que
diabos você estava de olhos fechados em vez de dar logo um soco na cara desse
imbecil? Você jamais teria ficado quieta se fosse eu! – ele gritava. Eu não queria
mostrar que estava nervosa, então olhei pra o longe.
- Que te importa? E você sempre me chamou de idiota e
besta, alem desse apelido de “Dora” que você me colocou! – eu disse a ele. Eu
realmente não entendia o por que dele estar tão alterado.
- Eu te chamo de besta por você realmente é besta, e só
eu posso fazer isso! Não deixe que outra pessoa te trate assim, isso me
irrita!- Ele gritava com o tom mais forte. Tipo o que, eu era o brinquedinho
dele? Idiota! Então ele veio e começou a apertar minhas bochechas...
- Sai! Larga! – eu falava dando empurrões nele, mas
segurou uma das minhas mãos... Ele soltou
uns minutos depois e minha bochecha estava doendo muito.
- Por que você esta ignorando minhas ligações? – ele
pergunta olhando pra mim, então desvio o olhar por que já estava nervosa demais
pra ficar mais nervosa ainda...
- Quem mané ta te ignorando, eu to trabalhando, ta cego
ou o quê? – perguntei pra ele já tentando sair, porem ele segura meu braço.
- Ta parada ai por quê? Entra! – ele falava se sentando
a mesa. Então fui e me sentei também, mas permaneci calada o tempo todo. Ele pediu uma grande quantidade de carne e
cerveja. Não sei se ficava feliz por que gosto de cerveja e carne, ou ficava
envergonhada, por que aquilo parecia um encontro de dois homens.
- Teu chefe me falou que você estava doente? Você
estava mesmo doente? – ele me pergunta cortando a carne pra mim.
- Um pouco! – respondi olhando pra baixo. Então ele
coloca vários pedaços de carne no meu prato.
- Então coma! Coma tudo que quiser! Você tem que comer
bem, pra ficar saudavel! – ele dizia sorrindo enquanto ainda cortava a carne no
meu prato. Cara, aquela situação era tão incomoda. A cada ação dele, eu tinha mais
esperanças inúteis... – Eu fiquei o dia inteiro pensando em você, e você com
certeza não lembrou nenhuma vez de mim, né? – ele dizia fazendo uma careta e
dando uma garfada em um pedaço de carne. Paralisei por um momento, mas então
entendi o que ele quis dizer. Ele estava pensando em mim por não ter me
despedido.
- Por que você veio? O que é que você quer? – eu
perguntei pra ele com meu peito doendo cada vez mais. Eu não queria estar perto
dele, eu não queria olhar pra ele, por cada vez que o via, meu amor crescia. Um
amor inútil e sem fundamentos.
- Por que queria te ver! Queria saber o por que de você
ir embora se ao menos se despedir! – ele dizia novamente fazendo uma careta. Se
ele soubesse! Eu queria explicar o por que e ao mesmo tempo não queria sentir
aquele desespero todo que senti.
- Por que eu deveria me despedir? Não temos nenhum
relacionamento para tal. Eu era sua guarda-costas e você meu cliente, eu não
pude mais te proteger então sai. Simples. Ponto final! – respondi de forma
bastante seca pra que ele se irritasse e fosse embora.
- Você devia me contar! O por que de estar tão fria
comigo ultimamente! O que foi que eu fiz? – ele perguntou me olhando. Eu olhei
pra o lado e simplesmente fiquei calada. O que ele queria que eu respondesse? Por
eu te amo e você ama uma Barbie humana. Eu não falaria isso nem morta! – Tá! Eu
sei que a gente não era cheios de amor e tal, mas admita que viramos amigos! –
ele reclamava ainda olhando pra mim. Aquilo estava me deixando cada vez pior.
- Um simples guarda-costas ia no meio do mato procurar
seu cliente? morrendo de medo do escuro, sem comer nada decente e ainda doente?
Qualé? – ele falava enquanto comia. Eu não podia simplesmente negar aquilo. – Apenas
admita! Você gosta de mim não é? – ele perguntou me olhando. Eu gelei. – Eu
também gosto de você! – ele respondeu e sorriu. Eu fiquei em choque. O que? Ele
gostava de mim?
- Serio? – perguntei um tanto timida. Aquilo não podia
ser verdade.
- Eu não quero você como irmão! – eu gritei já sentindo
as lagrimas quererem sair dos meus olhos. Ele olhava pra mim com os olhos
arregalados.
- Por que não? – ele perguntou sem entender. Era um
idiota mesmo e eu uma idiota mil vezes maior por ainda assim ama-lo.
- Por que você tem um gênio ruim, por que você sempre
faz o que quer, sempre se mete em brigas e é a pessoa mais burra que eu
conheço! Além de ser teimoso também. – gritei pra ele. ele nunca me veria como
mulher, mais também não quero ficar como a amiga que sempre foi apaixonada. Não
nasci pra isso e nem tenho paciência também. Ele me olhava com uma raiva
enorme, e eu sei que exagerei, mas não, eu não quero ficar grudada nele
enquanto vejo ele grudada na Juliana.
- Ok! Retiro o que eu disse! Eu também não quero ser seu
irmão mais velho! Vamos embora! – ele fala se levantando da cadeira. Eu estava
triste demais, qualquer descontrole e eu começaria a chorar feito uma louca,
mas me controlei. Então apenas sai e obvio que ele ficou resmungando.
- A gente tenta ser legal! Você ao menos devia perceber
isso! Não é atoa que eu te chamo de idiota e besta! – ele fala resmungando pra
si próprio.
- E não é atoa que querem te matar! Você sendo essa
anta batizada que você é! – eu gritei pra ele. Então ele se virou pra mim. – É
o que? – ele fala trincando os dentes. Eu não queria brigar mas minha raiva por
ele achar que eu queria ser a “maninha” dele era demais!
- Você que fica me irritando! – eu gritei de volta pra
ele.
- Pra mim tá
ótimo nunca mais olhar pra essa sua cara! – eu gritei pra ele. então o celular
dele tocar e ele atende, era a Juliana. Cara, eu não tava bem pra ver isso.
Porem ele começa a ficar palido do nada.
- Juliana? Juliana? Você esta bem? O que houve? – ele
gritava no telefone. Quanto mais ele gritava no telefone, mas desesperado
ficava. Ele começou a tentar abrir a porta do carro, porem estava tremendo
demais e não conseguia. Então abri e resolvi dirigir pra ele, já que naquelas
condições ele não ia conseguir ir longe. Ele falava pra ela se acalmar quando
eu escuto um grito alto o suficiente vindo do telefone. Algo tinha acontecido
com a Juliana? O Pierre continuava gritando desesperado pra que ela se
acalma-se. Eu escutei mais uns dois gritos dela, e o Pierre continuava gritando
pra que ela se acalma-se. Quando chegamos ao prédio, fomos correndo ao andar
onde ela morava, ela estava na porta do seu apartamento, tremendo e segurando o
celular.
O Pierre tentava
acalma mas parecia que ela não o ouvia, então ele pegou ela no colo e levou ela
pra dentro do apartamento. Vi que algumas pessoas que estavam lá olhavam pra
uma caixa que estava perto da porta, então abri a caixa e vi o gato branco da
Juliana, com os olhos arrancados, coberto de sangue e dentro da caixa tinha uma
foto do Pierre com os olhos rasgados, eu
peguei e vi que estava escrito com sangue “isso é o que vai acontecer com
você!”. O maniaco das fotos tinha atacado novamente, e agora
ele realmente fez uma vitima!
Aquela imagem era assustadora demais, ate mesmo pra
mim. Bem, eu não tenho animais de estimação mas imagino que deve ter sido
horrível ver aquilo. Então vi o celular dela do lado, manchado de sangue.
Resolvi devolver! Quando entrei, ele estava segurando a Juliana no sofá,
enquanto ela se mexia e gritava sem parar. Ele estava chorando e falava devagar
que tudo estava bem! Aquela cena me doeu. Sim, eu sou uma péssima pessoa, a
garota estava triste, estava passando por um momento terrível e eu estava com
ciumes.
Então deixei o celular lá e fui pra casa com aquele
sentimento ia me seguindo. Ao chegar em casa, me deitei mas não consegui pregar
o olhos, eu só fazia chorar feito uma idiota. Por isso que eu não queria ver
ele novamente, eu sabia que só ia me fazer mal. Agora eu estou preocupada com
ele, triste por ele e por mim.
- Você é patética, Isadora! – eu repetia pra mim
mesma enquanto tentava parar de chorar.
De manha, meu celular tocou, eu demorei pra achar ele e
por ter chorado tanto meus olhos estavam tão inchados que não dava nem pra
abrir eles direito. “Dora, tenho algo pra falar, estou do lado de fora da sua
casa! abri a porta!” era o Pierre no telefone. Eu me levantei na hora, e fui
correndo atender ele, e nem percebi que estava de pijama. Eu sou uma idiota!
- Por que seus olhos estão tão inchados? – ele
perguntou olhando pra mim. Coloquei a mão na cara. Não queria que ele
percebesse que eu tinha chorado.
- E você veio só pra falar isso? – gritei pra ele. ele
simplesmente levantou os braços e entrou dentro de casa, por sorte nem meu pai
nem o Luigi estavam. Então levei ele pra cozinha.
- Mal! Gritou a noite inteira! Não come, não fala! Eu
estou quase enlouquecendo. – ele dizia com um tom triste. Ótimo! Ele veio pra cá
pra falar isso? Como se eu já não estivesse mal o suficiente.
- E por que você veio? Você não falou que a gente nunca
mais deveria ser ver? – falei pra ele, pra que ele não viesse me machucar mais.
Então ele se levantou.
- Por que eu? – eu perguntei me controlando o bastante
pra não chorar! – Por que eu? Tem vários guarda-costas no mundo. Se você não
quer um homem, tem varias guarda-costas mulheres também! Que são mais fortes,
mais preparados do que eu! – eu dizia pra que ele mudasse de ideia.
- E daí? Você é a única que eu posso confiar! Você me
protegeu! Você queria me matar e mesmo assim você me protegeu! Você é a única
que pode fazer isso! – ele dizia com lagrimas nos olhos. Olhei pra o outro lado
já que aquilo só ia me fazer ficar pior. – Se não fosse importante, eu não
estava te pedindo. Por favor, eu te imploro Isadora! – ele falou com um tom
triste. Senti uma pontada de tristeza e emoção ao ouvi-lo falar meu nome
completo, pela primeira vez. Mas não podia concordar com aquilo, então ele
começou a ligar pra o agente Cássio e disse que não podia ir a um dos
treinamentos que teriam. Ele novamente ia se sacrificar com ela, por mais que
eu tentasse, aquilo me doía mais do que nunca! Então chutei a perna dele.
- Isso é uma merda! – dizia pra mim mesma enquanto
tentava me controlar ao máximo pra não chorar. – Quando eu tenho que ir? – eu
perguntei olhando pra o lado, então ele me abraçou.
- Obrigada Dora! Eu sabia! Eu sabia que você não ia me
abandonar! – ele dizia e eu percebia que ele estava chorando. Não pude evitar
de chorar também, então ele foi embora e eu fui me preparar pra ir ao
apartamento dela. Ao chegar, a Gabriela estava lá e tinha feito uma comida pra
ela, comida essa que ela não provou. Ela estava catatônica, não se mexia e na
verdade nem piscava.
- Já pensaram em levar ela ao medico? – perguntei a
Gabriela.
- A doença dela não é no corpo e sim na alma. – ela
disse com uma voz melancólica. Então se despediu e saiu. Então sentei e comecei
a jogar no meu iphone, por que vê uma estatua humana não tem graça alguma. Ta! Eu
sei! Ela esta passando por um momento difícil mas tava todo mundo preocupado
com ela. Custava dar um sorrisinho e dizer alguma coisa, e comer um pouco? Se passou umas três horas desde que cheguei e
ela ainda não tinha aberto a boca.
- Ta com fome não? – perguntei e ela ficou lá, olhando
o horizonte. Ela realmente devia ser uma boneca, não sente fome, não vai no
banheiro, não dorme... Dá pra entender a
diferença dela pra mim. Depois de uma hora eu estava com muita fome, então pedi
uma pizza. Ofereci pra ela mas ela continuou com aquela cara de peixe morto,
então eu comi tudo só. Depois tirei um cochilo, quando a campainha toca, era a
dona Fátima com um prato de sopa.
- Ela comeu algo? – ela perguntou preocupada. Eu fiz
sinal de não com a cabeça, então ela levou o prato pra perto da Juliana. – Coma
um pouco. Você vai passar mal assim! – mas ela continuou olhando lá pra o
horizonte e nem sequer respondeu. Era uma mal educada mesmo!
- Deixe! Quando ela estiver com fome, ela vai comer! –
disse a dona Fátima. Então ela se levanta e me pedi que eu a faça comer. Então
se despedi e vai embora. Serio, eu estava a menos de 8 horas com aquela garota
e já estava morrendo de raiva. – Você é uma mal educada! – eu disse e ela
continuou ali, como se fosse uma estatua. Meu pai já tinha ficado assim uma vez,
quando minha mãe foi embora, e a única coisa que faz voltar ao normal é um
choque da realidade.
- Eu conheci uma pessoa como você, sabe. Ela ficava
paralisada com frequência, mas sabe, isso nunca acontecia quando ela estava só.
Quer saber por que? Por que não tinha ninguém pra mima-la e socorre-la! – eu
falei a ela. Ela continuava me olhando,
e a raiva no seu olhar aumentava, mas ela ainda não dizia nada. – Quê? Não ta
gostando de ouvir? Mas é a verdade! Se você tivesse só você estaria assim? Não!
Você de algum jeito iria conseguir forças pra se levantar, ir no banheiro,
comer! – eu dizia pra ela tentando controlar minha raiva. Todos estavam
preocupados com ela e ela nem ao menos pra tentar.
- Você acha o quê? Que você é a pessoa mais sofredora
do mundo? Eu tenho uma amiga que perdeu os pais, no aniversario dela, e não fez
esse circo todo! – eu falava não conseguindo mais me controlar. Era algo
irracional! Ta! Eu sei que ela estava triste, mas por que não chorar, pedir
ajudar invés de ficar fazendo aquele drama de novela mexicana. – Quê? Você esta
tão triste por seu gato ter morrido? Então por que não se mata e morri com ele?
– eu gritei sem poder mais me conter. Nesse momento ela jogou o prato de sopa
em mim, e começou a tentar puxar meu cabelo. Então dei uma chave de braço nela.
- Eu vou te matar! - Ela gritava e eu apenas a segurava.
- Tente! Você vai morrer de fome antes! – eu gritei a
ela. Ela estava fazendo o que fez no passado e vai fazer o Pierre ficar se
sacrificando por ela, como antes. – Você fez isso antes né? Por tua culpa o
Pierre não pode jogar antes né? E você vai continuar com esse circo? – eu
gritava enquanto a imobilizava. Tudo estava tão bem antes dela aparecer. – Tudo
estava bem antes de você aparecer. Foi
pra isso que você veio? – eu disse já com vontade de chorar. Todos estavam
sofrendo por culpa dela e parece que ela nem percebia. – Se vai continuar com
essa palhaçada, vá embora! Pare de fazer as pessoas ao seu redor sofrer! – eu
disse e então a soltei. Eu não devia ter aceitado esse emprego, de verdade.
Então depois fiz um miojo e coloquei pra ela.
- Isso é a única coisa que eu sei fazer! Você que sabe
se vai comer ou não! To pouco me importando! – disse a ela e incrivelmente ela
começou a comer tudo. Me encarando com o mesmo odio, mas ainda assim, comendo. Nesse
instante a campainha toca, ao abrir vejo que é o Pierre.
- A Juliana comeu alguma... – ele entra perguntando
quando vê ela comendo o prato de miojo. – Como você fez isso? – ele perguntou
pra mim. Eu tive que rir, ela reagiu quando alguem parou de mima-la.
- Isaaaa! Ta dormindo? – ela perguntava com o tom de
voz meio triste, porem como estava de olhos fechados não tinha certeza.
- Tô! Cai fora! – respondi e virei pra tentar dormir,
porem ela se deitou na cama do meu lado. Com certeza ela estava querendo
conversar e não estava com o minimo saco.
- Isaaa! Eu sou estranha? – ela me perguntou com a voz
cortada. Nessa hora eu gelei. Eu só tinha escutado essa pergunta dela uma vez,
quando seus pais tinham morrido. Então me virei e vi seus olhos cheios de
lagrimas, e vários machucados no rosto. Ela sorria pra mim mas eu via o quanto
ela estava triste. Eu não sabia o que tinha acontecido, mas sabia de algo.
A Danielle estava apavorada por algo. O que aconteceu?





























çocorr preciso do proximo eps D:
ResponderExcluiro cap 16 ja foi postado =)
Excluirnecessitu de outro expisodio *o*
ResponderExcluiro cap 16 ja foi postado =)
ExcluirEU ESTOU AMANDO MUITO TUDO ISSO!!! Espero que o Pierre perceba logo que a Dora o ama, para que eles possam ficar juntos. Amo esses dois, e sempre rio das brigas deles. Realmente, você é brilhante, te desejo muito sucesso, e meus parabéns pelo seu trabalho! E POR FAVOR, não deixe de postar, estou louca para conferir o próximo capítulo. E se possível, faz a segunda temporada, meu tá perfeito demais! Um grande beijo.
ResponderExcluirverdade, eu tbm desejo muito que eles fiquem juntos...
Excluirpois é, os dois com genios fortes, as brigas sempre ficam interessantes xD
brigada flor =) fique tranquila, não deixarei de postar não =)
bjus florzinha ♥
Opa,alguem falou em churrascaria? #APANHA
ResponderExcluirMas, serio,adorei o capitulo! Senti pena do gato,entretanto adorei a Dora falando unas verdades para a "coisa".
Agora so estou preoucupada com a Danii mesmo :(